Blog do TreinaWeb
Dicas, notícias e informações sobre cursos, programação, webstandards e desenvolvimento web.Arquivo da Categoria ‘Desenv. Web’
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Crie um site rapidinho com a ajuda da Mozilla
26 de junho de 2012
A Mozilla desenvolveu uma ferramenta que promete tornar a tarefa de criar uma página na internet ridiculamente simples. O Thimble é uma aplicação web que permite escrever e editar códigos em HTML e CSS diretamente do browser e ainda oferece uma pre-visualização instantânea.
De um lado, o Thimble exibe o painel de codificação e, do outro, mostra um preview do site. Apesar de ser bastante fácil de mexer, a aplicação também traz tutoriais com dicas essenciais como identificar erros nos códigos, por exemplo.
Com a ferramenta, o usuário pode desenvolver e publicar o site imediatamente. Se você gostou da ideia, clique aqui e comece a criar a sua página na web. Lembre-se que o site ainda só está disponivel em inglês.
Fonte: Olhar Digital
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Seis novidades sobre o Android 3.0 que o tornam especial
30 de março de 2011

O Android sempre me trouxe frustração. Não que eu tenha algo pessoal contra a Google, mas ele sempre me pareceu uma plataforma ‘beta’ e não um sistema testado e adequado para o meu smartphone. Ainda sim, confesso que acompanhei a sua evolução desde sua estreia no evento T-Mobile G1, em 2008, e algumas vezes pude analisar as versões mais recentes com interfaces mais intuitivas e amigáveis, principalmente, para competir – e derrubar – o sistema iOs, da Apple, utilizado no iPhone 4.
Entretanto, com o novo Android 3.0, também chamado de HoneyComb, pude pela primeira vez conter as minhas insatisfações e críticas.
Dia 24 de fevereiro, data oficial de lançamento do tablet Xoom, da Motorola, primeiro com HoneyComb, me vi realmente desfrutando – e não reclamando – dos tão prometidos benefícios deste sistema. O que não acontece quando executo, por exemplo, a versão 2.1 em um Samsung Galaxy S, que sempre me deixa impressionado com a dificuldade de navegação, principalmente, quando comparo ao iPhone 4.
De fato, quando se trata de interface, valorizo um estilo limpo, organizado, prático e de fácil navegação. Isso significa o mínimo de digitação e não ter que mover meus dedos de um lado para o outro da tela para realizar tarefas simples. E o Android 3.0 é que o mais se aproxima disso, sem dúvida.
O HoneyComb é o primeira versão do Android com interface bem trabalhada e que não me transmite a sensação de que é uma versão em desenvolvimento que está esperando para ser lançada. Isto é bastante perceptível sobretudo nos pequenos detalhes – como ser capaz de tocar qualquer parte da tela para fechar uma janela de menu – que fazem o Android 3.0 infinitamente mais útil, que as versões anteriores.
Abaixo estão seis coisas importantes sobre a plataforma da Google que realmente me impressionaram durante minha experiência com o tablet Xoom. Alguns desses itens estão relacionadas diretamente com críticas que tenho feito para a versão 2.2, também chamada de Froyo; enquanto os demais são novos complementos que trouxeram vida ao sistema operacional.
Melhor navegação por abas
Um dos principais destaques do novo sistema é a navegação por abas de forma mais parecida com a que estamos acostumados em nossos PCs e nos permite alternar entre diferentes janelas de maneira bastante fácil. Não há mais necessidade de ir a uma tela separada e selecionar uma imagem em miniatura. As abas ficam localizadas na parte superior e você pode alternar entre os sites com um piscar de olhos. (E, teoricamente, você não tem limite no número de abas abertas.) Além disso, não existe menus pop-ups para definir, pesquisar, adicionar bookmarks ou visualizar e gerenciador downloads – todas estas funções estão integradas diretamente no navegador.
Novos recurso de edição de texto
Nos aparelhos com as versão 2.x do Android, a edição de um texto incorreto é um pesadelo: o Android abre uma caixa grande que, em algumas casos, cobre completamente a linha digitada. Então dentro desta caixa você tem as opções “selecionar tudo” “selecionar o texto’, ‘cortar tudo”, “copiar todos ‘, ou (o meu favorito em algumas versões) alterar o seu “método de entrada”, para escolher mudar o teclado para Swype.
Agora, de forma mais prática, você seleciona o texto, mantém o dedo sobre um ponto e depois espera as barras de seleção de texto aparecerem. O próximo passo é arrastar os dedos do ponto inicial e até final do texto selecionado e, em seguida, escolher entre as opções de menu no topo da tela: selecionar tudo, recortar, copiar ou compartilhar via Bluetooth ou Gmail. Outra alternativa, é a possibilidade de segurar em um ponto e abrir todas opções de edição disponíveis.
Embora nenhum método seja perfeito, editar um texto está muito mais fácil do que nas versões anteriores.
Tela de Notificações
Aqui está outra interface aprimorada. Toque uma vez e aparecerá uma versão estendida das notificações. Claramente visíveis estão a rede e bateria (com porcentagem restante), para não mencionar a data e a hora.
Toque novamente para facilmente acessar a opção de modo avião, configurações de WiFi, botão de orientação para travar a tela, habilitar notificações e controles de brilho. O sistema também possui um atalho direto para o painel de configurações. Em geral, o design fornece acesso fácil e rápido, com boa apresentação visual. Está é uma grande vitória para os usuários
Teclado Virtual
A interface do teclado e sua resposta aos comandos estão muito melhores – pelo menos, no modo como foi implementado no Motorola Xoom. Claro, eu gostaria que seu tamanho pudesse ser ajustado e que tivesse uma fileira só para os números – tal qual no WebOS do TouchPad – mas devo admitir que as teclas estão bem mais organizadas se comparadas ao Froyo. A do espaço e a do enter estão maiores, há um botão “.com” – muito útil na hora de digitar endereços de sites – e outro para ativar o comando de voz.
Widgets
As opções de widgets disponíveis são, espero, só o começo. Eles abrem novas possibilidades para acessar informações rapidamente. Alguns, é verdade, são inconvenientes – eu não poderia ligar menos para o mais popular dentre eles, o do YouTube – mas, em geral têm interface amigável. Seria ótimo, por exemplo, se lançassem um widget parecido com o Books, mas que funcionasse também com jornais e revistas. Outros já estão inclusos: para favoritos, calendário, Gmail, música, Android Market. Enfim, basta escolher qual você quer que apareça na tela inicial.
A questão sobre os widgets é ter acesso a dados em tempo real, sem ter quer abrir qualquer aplicativo para isso. É como se a informação viesse ao seu encontro em vez de ter de procurá-la. Torço para que eles fiquem ainda mais customizáveis à medida que o Honneycomb for se popularizando. Afinal, o sistema tem seis telas iniciais e nós precisamos de muitos recursos para preenchê-las.
Navegação
Os botões são sensíveis ao contexto e ao posicionamento. As opções exibidas serão de acordo com o aplicativo que estiver aberto e, se você girar o tablets, os ícones também se adaptarão, ficando mais largos ou mais altos.
Ainda assim, algumas escolhas me incomodaram. Não gostei da aparência do botão de voltar – ele parece mais um favorito – e não entendi por que o ícone para multitarefa apenas exibe os últimos seis aplicativos usados. Outra questão é quanto à possível confusão dos usuários, que poderão ter dificuldade para se adaptar às opções exibidas em cada programa – talvez acabem apertando muitos mais botões do que precisariam.
De qualquer forma, esses detalhes deverão ser resolvidos mais para frente. De modo geral, a navegação foi significativamente melhorada.
Fonte: CIO
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Como avaliar a qualidade do provedor de cloud computing
16 de fevereiro de 2011

Não existe a menor possibilidade de parar o avanço da computação em nuvem. A perspectiva é que, até 2014, 40% de todos os aplicativos no mundo, estarão baseados em servidores de cloud computing. Assim, prospecta-se que 25% de toda a carga de trabalho existente em TI deva acontecer em servidores hospedados na nuvem.
No vácuo da transferência de aplicativos e de infraestrutura, vem a discussão sobre segurança e sobre proteção de dados. Cabe a todos os profissionais de TI que planejem dar o passo em direção à nuvem, levantar as informações essenciais sobre segurança dos serviços e do funcionamento em múltiplas instâncias. De cunho predominantemente técnico, esse primeiro conjunto de perguntas não deve abordar questões de ordem legal, como responsabilidades, acordos de confidencialidade, tempos de disponibilidade e condições e SLA (acordos de nível de serviço). Ao final, cabe avaliar as questões legais.
Seguem pontos que, sugerimos, sejam abordados em conversas com o provedor de cloud computing de sua escolha:
Interoperabilidade e documentação
- De que forma as restrições de segurança do provedor influenciam o andamento de aplicativos locais nas estações de trabalho?
- O provedor disponibilizou a documentação e permite o particionamento de dados de forma aberta?
- Como se dá o acesso aos dados por parte da organização cliente?
- Qual é o plano para recuperação em casos de desastre?
- Em caso de eventual término do contrato, qual é o formato e o meio de entrega dos dados da companhia cliente?
Sobre segurança
- As instalações do provedor são vigiadas 24/7 e seguindo o princípio da vigia redundante?
- As senhas do cliente estão armazenadas de forma segura? Longe dos funcionários do provedor?
- Existe documentação abundante sobre geração de senhas, políticas de acesso, protocolos de conexão e modelos de acesso aos dados?
- Senhas são transmitidas usando conexão criptografada?
- Como funciona o monitoramento contra tentativas de acesso irregulares?
- As transações são criptografadas com chaves de 128 bits?
Transações na rede
- Há certificação da Verisign?
- Os firewalls estão parametrizados e são constantemente monitorados?
- Como funciona o registro de logins autorizados e negados?
E, na esfera legal
- Os dados de pessoas físicas estão armazenados de forma a atender às regulamentações do país em que o serviço da empresa cliente é prestado?
- As configurações de acesso e os processos de verificação de identidade do usuário correspondem ao nível de confidencialidade requerido pelas informações acessadas?
- A inserção/cópia e o processo de atualização de dados em arquivos pessoais é feita com encapsulamento redundante?
- Há um registro contendo as informações referentes ao último acesso/modificação dos dados de pessoas físicas?
- O provedor oferece a opção de filtragem de dados pessoais para processamento segregado?
Se estiver tudo OK, é o primeiro passo para contratar e desfrutar de um bom serviço.
Fonte: CIO
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As novidades do HTML 5
20 de janeiro de 2011

A linguagem HTML5 ainda não está na sua versão final, mas a cada dia que passa mais e mais websites começam a usá-la. A linguagem aproxima-se dos requisitos da Web e torna-se mais fácil publicar conteúdos Web 2.0. Quando HTML4 reinava, a Web2.0 nem sequer tinha sido pensada, sendo assim pouco compatíveis. Mas com HTML5, se espera que seja diferente.
Embora seja previsível que quando HTML5 chegar à sua versão final, já exista Web 3.0, 4.0 ou quem sabe até mais, criando assim a necessidade de um update ao HTML5. As diferenças entre HTML4 e HTML5 não são muitas, mas há algumas que são importantes e que convém referir, confira em baixo!
Sintaxe simplificada
Esta é uma das diferenças mais notáveis entre HTML4 e HTML5, e que certamente irá fazer as delicias dos programadores Web. A sintaxe HTML5 é compatível com HTML4 mas há bastantes melhorias. A declaração doctype é muito mais curta (“<!doctype html>” ao invés de por ex. “<!DOCTYPE html PUBLIC “-//W3C//DTD XHTML 1.0 Transitional//EN”
“http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-transitional.dtd”>” ). Variações de doctypes já não são suportadas, é necessário sintaxe XHTML ou HTML em modo restricto.Novos elementos
Os novos elementos em HTML5 é a diferença mais notável, têm como propósito a simplificar o desenvolvimento do website, aproximar dos requisitos Web2.0, entre outros de entre uma lista enorme que pode ser consultada aqui.
Deixo agora alguns elementos aqui descritos:
- <article> – Este atributo é usado para separar artigos, posts de blogs e outro conteúdo de texto. Com a crescente comunidade de bloggers e artigos de opinião, este elemento é certamente muito útil.
- <header> e <footer> – Estes elementos são usados para o cabeçalho e rodapé da página e podem substituir os elementos <div> que usamos hoje para identificar vários elementos, incluindo o cabeçalho e rodapé. Uma vez que cabeçalho e rodapé estão presentes em quase todas as páginas, faz sentido que agora tenham um elemento só seu.
- <nav> – Semelhente ao <header> e <footer>, na medida em que foi criado para dar um elemento à navegação de página.
- <audio> e <video> – O conteúdo áudio e vídeo é tão comum de hoje em dia, alavancado pelas ligações à internet de alta velocidade, que era impossível não ter estes elementos disponíveis em HTML5, para facilitar a colocação destes conteúdos no website.
Além dos novos elementos introduzidos, foram também introduzidos novos atributos a elementos já existentes, mas a lista é ainda maior do que a lista dos elementos! De qualquer forma, antes de começar a programar em HTML5, dê uma olhadela na nova lista de atributos para elementos que usa frequentemente.
Elementos e atributos modificados
Alguns dos atributos fundamentais de HTML como <a>, <b> ou <i> foram modificados. Poderá levar algum tempo e esforço até redecorar os novos significados. Deixo-lhe aqui algumas mudanças dignas de serem referenciadas:
- <a> – Quando o elemento <a> é usado sem o atributo <href>, torna-se num link.
- <b> – A nova função do elemento <b> ficou um bocadinho vaga. Não é negrito, mas continua a ser uma maneira de fazer sobressair texto. Pode ser usado por exemplo para palavras chave.
- <hr> – O elemento <hr> agora é um novo tipo de quebra de linha, associado a quebra de parágrafo.
- <i> – Diferencia texto, embora o seu uso seja diverso. Pode usar para nomes, termos técnicos ou mesmo idiomas. Isto é um pouco vago, pois se continuar a usar <b> e <i> da maneira que usava antes, será um erro. Se pretende ter negrito e texto itálico, será melhor opção meter na folha de estilos. Não chamaria conveniente a esta alteração, mas uma vez que lá está, teremos de nos habituar a ela. Talvez para SEO seja mais útil,pois é uma maneira de fazer sobressair texto sem usar negrito e itálico. Os elementos <mark> e <em> também podem ser usados para fazer sobressair texto.
Elementos e atributos eliminados
Além de novos elementos e atributos, também alguns destes foram apagados. Embora muitos deles não venham a fazer falta, porque muito raramente eram utilizados, alguns podiam ter ficado.
- O primeiro grupo de elementos que foram utilizados e que serão melhor utilizados através de CSS são o <center>, <big> e <u>. Agora o seu lugar é na folha de estilos.
- O segundo grupo tem a ver com as frames, <frame>, <frameset> e <noframes> eram tão antiquados que foi um alívio terem sido eliminados. Quando foram lançados, seriam espectaculares… mas com a evolução rapidamente passaram a antiquados.
- O terceiro grupo pende em elementos raramente utilizados, que é o caso do <isindex>, <dir>, <applet> e <acronym>.
Como pode constatar, há de fato algumas diferenças entre o HTML5 e o HTML4, mas elas não são diferenças muito profundas. Quero com isto dizer que não terá de reaprender HTML da estaca zero. De qualquer das formas irá levar o seu tempo até se habituar as novas regras, nomeadamente no que toca aos atributos e elementos alterados. A boa notícia é que o HTML5 veio para simplificar, e isto é o suficiente para justificar a atualização.
- article: Bloco de artigo
- aside: Conteúdo extra q tenha a ver com o site / artigo
- audio: Conteúdo de som
- canvas: Gráfico vetorial
- command: Botão de comando
- datagrid: Dados em uma lista ramificada
- datalist: Lista dropdown
- datatemplate: Template de dados
- details: Detalhes de um elemento
- dialog: Diálogo de uma conversa
- embed: Interatividade com conteúdo externo ou um plugin (até que fim foi especificado!)
- event-source: Alvo para eventos enviados por um servidor
- figure: Grupo de conteúdo de mídia e sua legenda
- footer: Bloco de rodapé
- header: Bloco de cabeçalho
- mark: Tag para marcação em textos
- meter: Medição entre um valor mínimo e um valor máximo
- nav: Bloco de navegação
- nest: Próximo ponto para criação de elemento (trabalha junto com a tag datatemplate e rule)
- output: Alguns tipos de saída de dados como em execução de scripts
- progress: Progresso de uma tarefa de qualquer tipo
- rule: Linha de um template (datatemplate)
- selection: Seção do documento como capítulos ou alguma outra seção do documento
- source: Recurso multimídia
- time: Data / tempo
- video: Um vídeo
Fonte: Escola de Criatividade
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Animações em HTML5
2 de agosto de 2010
O artista Mark Ferrari criou 36 paisagens, como Catedral no Pântano, Riacho e Montanha, Catelo Assombrado à noite, Cachoeira, utilizando o ciclo de cores 8-bit em HTML5, feito por Joseph Huckaby. Abaixo temos uma imagem da Cachoeira:

Mas para você vê-la em movimento, bem como todas as 36 paisagens, vá até a página original e veja todas elas, vale a pena.
Fonte: Gizmodo
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Novo PHP versão 6 promete ser polêmico
20 de abril de 2010

A versão atual do PHP é a 5.3 mas o núcleo de desenvolvimento da linguagem já trabalha na versão 6. Da versão 4 para a 5 da plataforma ocorreram modificações profundas, tanto que muitos scripts deixaram de funcionar. Isso ocasionou uma série de transtornos para desenvolvedores, prestadores de serviço e usuários da linguagem. E, principalmente, um atraso muito grande na adoção da versão 5. É comum, quando se contrata um servidor de hospedagem, encontrar suporte ao PHP4 e ao PHP5 (este último normalmente em suporte Beta) pois existe uma preocupação dos prestadores de serviço em suportar os scripts mais antigos, que ainda são maioria.
A versão 6, que gera muitas discussões nas listas de desenvolvimento oficiais do PHP, pode retirar muitas características da plataforma em uma operação de enxugamento para torná-la mais prática de ser usada. O problema, novamente, é a compatibilidade legada. Com as características que devem ser abandonadas muitos scripts escritos para as versões 4 e 5 podem, outra vez, parar de funcionar. Enquanto a equipe que desenvolve o PHP está obviamente preocupada em tornar a linguagem mais profissional fica a dúvida se essas modificações constantes podem afetar a credibilidade e a adoção do PHP como ferramenta de desenvolvimento.
A notícia de que mudanças no PHP6 poderiam criar incompatibilidade com o legado das versões 4 e 5 surgiu de um dos desenvolvedores da linguagem, Derick Rethans. Ele afirmou publicamente que, entre outras coisas, o PHP6 dará suporte ao Unicode. Isso tornaria as aplicações escritas em PHP mais internacionalizáveis, aumentando a flexibilidade do que pode ser escrito com a plataforma. Entretanto, ao contrário dessa modificação, as outras propostas retiram características que, quando usadas por scripts de outras versões, podem ocasionar em erros de execução paralisando os serviços. Entre o que está planejado para mudar no PHP6 aparece:
1- Remoção completa de register_globals Desde a versão 4 do PHP fala-se em abandonar essa característica assim programadores mais experientes já produzem código sem usá-la. Ainda que aplicativos escritos por desenvolvedores menos preocupados possam deixar de rodar na versão 6 o impacto disso dever ser pequeno sobre os aplicativos profissionais.
2- Remoção de magic_quotes_* Boa parte dos programadores PHP sequer as usa e seu abandono já era discutido há muito tempo. Deve ocasionar pouco impacto sobre a plataforma.
3- O PHP6 deve incluir um mecanismo para que os desenvolvedores desliguem opções do ambiente que o administrador do site tenha deixado ligadas por padrão, e vice-versa. Aqui vemos luzes vermelhas, pois os usuários não deveriam poder alterar opções do sistema sem o uso de um mecanismo que limite o que pode ser alterado, nos moldes do Apache. Não há indicação de que esse sistema vá existir o que pode gerar a situação incômoda do desenvolvedor administrar mais o sistema do que o próprio administrador. É apenas uma suspeita de nossa equipe que essa característica vá trazer problemas, mas a possibilidade está em aberto.
4- Remoção do safe_mode e foco no uso de open_basedir O open_basedir é mais restritivo que o safe_mode e por isso permite uma flexibilidade maior, entretanto em servidores que armazenem diversos sites distintos (que é o caso mais comum na internet) o compartilhamento de scripts pode tornar-se problemático. Ponto para a segurança, mas os administradores de sistemas com PHP6 terão que suar um pouco mais a camisa.
5- Remoção de tudo que foi marcado como desatualizado desde o PHP 3/4 Muitos scripts, principalmente os mais “antigos” vão parar de funcionar definitivamente, exigindo que o código seja revisado e reescrito. Somando à isso o fato de querer aproveitar as novas funcionalidades vai haver muita gente decidindo que a migração não vale a pena ou que é melhor escrever a aplicação do zero do que ficar tapando buracos em código legado.
6-Tornar os identificadores sensíveis à caixa do texto Aqui haverá um problema para desenvolvedores de Windows, que podem não estar acostumados com essa característica já existente em diversas outras linguagens, como o C/C++, por exemplo. Desenvolvedores UNIX não sentirão diferença pois nessa classe de sistema operacional a sensibilidade à caixa é padrão. Nesse aspecto os hábitos antes alimentados pelo PHP podem exigir adaptação de parte dos desenvolvedores. Além disso, scripts escritos com pouco cuidado podem parar de funcionar.
7- Remoção de vários aliases de funções Scripts que fazem uso desses aliases não irão funcionar na nova versão do PHP. É uma simplificação boa, já que é melhor ter apenas um nome para cada coisa, e vai reduzir a complexidade do desenvolvimento. Mas outra vez os desenvolvedores terão que optar entre permanecer com uma versão antiga da linguagem ou trabalhar para modificar o código existente.
Essas são as principais modificações propostas para a versão 6 do PHP, que irão exigir cuidado dos profissionais que decidam pelo upgrade em seus servidores. Entretanto não são as únicas, mmuitas outras propostas e suas conseqüências podem ser observadas aqui. Certamente elas devem atrasar a adoção da nova versão, como aconteceu com o PHP5. Na versão 5 muito foi feito no sentido de tornar a linguagem orientada à objetos. Isso permite que os programadores escrevam aplicações mais complexas e maduras, mas as incompatibilidades com o legado das versões 3 e 4 do PHP foram um grande obstáculo para a adoção do PHP5. De tal sorte que o PHP5 ainda não tornou-se o padrão para as aplicações PHP no mundo, havendo uma forte presença do PHP4 no mercado.
O fato do cPanel demorar cerca de 6 meses para retirar do estágio Beta qualquer modificação na plataforma PHP irá atrasar a migração de boa parte dos usuários. Muitos scripts livres e gratuitos que são usados por uma parte grande do mercado, cujos administradores não são programadores e usam código de terceiros, podem demorar para serem migrados para o PHP6 paralisando ainda mais o movimento de migração para a nova versão. As mudanças da versão 4 para a 5 obrigaram muitos desenvolvedores a reescrever seus scripts do zero e as quebras de suporte legado propostas para a versão 6 irão deixar muitos programadores descontentes.
Ainda que os aplicativos desenvolvidos para o PHP4 que não tenham recebido adaptação para a versão 5 possam ser reescritos ou adaptados diretamente para a versão 6 é impossível negar que os programadores ficarão desconfiados. Começar os trabalhos para levar seus scripts para a versão 6 valerá a pena? Haverá outra quebra de suporte legado em uma futura versão 7? Essas perguntas agora encontram-se atrás de uma cortina de fumaça e devem levar algum tempo para serem respondidas. Talvez o mercado só comece a migrar realmente para o PHP6 quando o grupo que desenvolve a linguagem comprometer-se a manter suporte para uma nova versão. Podem se passar 2 ou 3 anos até que uma migração forte para a nova versão 6 seja verificada no mercado e até lá provavelmente poucos decidirão investir tempo e dinheiro para adaptar scripts antigos para a versão 5, dando uma sobrevida inusitada ao PHP4.
Essas mudanças na plataforma PHP que causam falta de compatibilidade com aplicações legadas são reflexos de um projeto pouco estruturado. A mudança de foco do PHP, desde seu nascimento até hoje, também contribuiram para que mudanças tão profundas fossem levadas à cabo. E é indiscutível que esse tipo de acontecimento abala o respeito que o mercado tem por dada solução. Essas guinadas bruscas demandam retrabalho de profissionais cuja hora de serviço não é das mais baratas. Produtos de empresas consolidadas, como Microsoft, Oracle, e outras, raramente colocam seus clientes em posições tão desconfortáveis em tão curto espaço de tempo. Esse panorama deixará muitos tomadores de decisão avessos ao PHP ainda que as mudanças efetuadas sejam reconhecidamente necessárias e bem vindas pelos profissionais técnicos.
Em uma análise mais profunda esse tipo de situação pode servir para o pessoal do Software Livre repensar um pouco mais a forma como grandes projetos é manejada. Não são raros os casos de projetos livres que obrigaram seus usuários a passarem pelo mesmo tipo de situação que o PHP.
Fonte: Meiobit
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Como utilizar o HTML5, atualmente?
30 de janeiro de 2010
Infelizmente nenhum dos maiores navegadores atuais suportam todas as novas tags inseridas no HTML5, como: article; section, header, hgroup, etc.
Então é necessário simular estas tags com a ajuda de hacks em CSS e JavaScript. Basicamente para estas tags, a única coisa que você precisa fazer é setá-las como display:block. Veja abaixo um exemplo de css hack para aticle, footer, section e header:
<style> article, footer, section, header { display:block } </style>
Simples assim. Primeiramente, nós adicionamos as tags que não são suportadas pelos navegadores, então setamos os atributos display para block.
Ok, o hack de CSS é realmente bem simples, mas infelizmente não funciona em todos os navegadores, como por exemplo o Internet Explorer. Para solucionar este problema também no IE, precisamos criar também um hack em JavaScript.
Vamos ao código:
<script type="text/javascript"> (function () { var elements = [ 'article', 'content', 'footer', 'header', 'nav', 'section' ]; for (var i = 0, j = elements.length; i < j; i++) { document.createElement(elements[i]); } })(); </script>
Note que o código acima deve ser adicionado logo abaixo às tags <link> e <style>. Caso contrário, não irá funcionar.
Basicamente é isto, agora você pode utilizar o HTML5 em todos os principais browsers.
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Microsoft + Yahoo, o que muda pra você?
6 de agosto de 2009
Este post já é um pouco antigo(dias), pensamos tê-lo publicado, mas estava nos RASCUNHOS o_O. De qualquer forma , aí vai =)
Caso você não tenha sido abduzido e ter ficado os últimos 2 anos fora da Terra, sabe que a Microsoft e Yahoo, estão namorando a um bom tempo uma aquisição, fusão ou parceria. E depois deste tempo todo, a parceria finalmente saiu.
Na última quarta-feira a Microsoft anunciou que fechou um acordo com o Yahoo, onde o Bing se tornaria o buscador padrão de todas as páginas do Yahoo e filiados. Mais precisamente o acordo inclui os seguintes termos:
- Duração de 10 anos, podendo ser prorrogado por mais 10.
- A Microsfot terá acesso a tecnologia do Yahoo Search enquanto o acordo for vigente, e poderá usar quaisquer tecnologias no Bing.
- O Bing será o único algoritmo de search e anúncios dos sites do Yahoo.
- Os Links patrocinados serão gerenciados pelo Microsoft AdCenter.
- Cada empresa manterá usa marca e equipes atuando separadamente.
- A Microsft destinará parte da receita dos anúncios patrocinados ao Yahoo, sendo que nos primeiros 5 anos este percentual será de 88%.
- O acordo protege a privacidade do consumidor, limitando os dados compartilhados entre as empresas ao mínimo necessário para operar e melhorar a plataforma.
Com este acordo muito se discute, sobre o que irá acontecer com mercado de busca. Como pode demorar até 24 meses para que a integração seja concluída, não veremos seus resultados de imediato, mas alguns analistas apresentaram suas ideias:
- Vale investir em SEO no Bing, pois suas buscas são mais ricas e organizadas, o que deve atrair os usuários.
- Apesar do pequeno market share (atualmente em 8% nos EUA, pode chegar a 28% com a parceira), o Bing gera mais conversões e cliques nos anúncios.
- Com a parceria e o aumento de market share, o Bing pode atrair mais spam, o que pode afetar usa relevância.
- Espera-se que muitos anunciantes comecem a utilizar o Bing.
- Agora todos começam a explorar as ferramentas de análise SEO do Bing (Bing Webmaster Tools)
- O registro de negócios locais no diretório Bing se torna importante já que o buscador destaca as listas locais em suas buscas.
- O Bing passa a contar com a valiosa base de dados do Yahoo para customizar seu serviço por segmento-alvo e tipo de usuário.
- Muitos usuários e clientes do Yahoo! nos EUA temem que a empresa desative recursos de busca como diretório, Delicious, maps, etc.
- Como o Yahoo! manterá certa independência, especula-se que a sua busca siga critérios um pouco diferentes das buscas feitas via Bing.
Se isto realmente irá acontecer não sabemos, mas a dica do momento é preste mais atenção ao Bing e veja no que ele pode ser útil para você.
Até a próxima!
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HTML 5 e o futuro da internet (Web semântica)
2 de junho de 2009
Hoje vamos falar sobre o futuro da internet. Antes que vocês lancem pedras ou nos chamem de videntes. Hoje vamos falar sobre Web Semântica e HTML5.
Como todos já devem estar cansados de saber, o futuro da internet é a Web Semântica. O Google já tem pretensões e planos de criar uma busca mais semântica, na verdade ele já fez algumas coisas neste sentido. E para não ficar atrás a Microsoft lançou o “bing” (não foi nós que escolhemos este nome XD), seu novo buscador que já está disponível desde ontem. E o Stephen Wolfram lançou no mês passado o novo buscador Wolfram|Alpha, onde o intuito não é destronar o Google, mas criar um novo conceito em busca.
Com todos estes investimentos, não estamos errados em prever que o futuro da internet é a Web Semântica. E não foi só nos que pensamos assim (Obvio!), desde 2004 a W3C, criou com algumas empresas, como Apple, Mozilla, Opera, e vários desenvolvedores, o WHATWG (Web Hypertext Application technology Working Group). O intuito do WHATWG é criar as especificações do HTML 5, já que o HTML 4 estava ultrapassado, por que sua última versão é datada de 1999.
De 2004 até hoje já saíram alguns rascunhos do HTML 5, o que se pode notar é que ele será focado na semântica, onde todas as tags terão significados, não será necessário criar vários divs, por que teremos tags para cada elemento da página. Para entender melhor o que estamos dizendo aqui, tem um exemplo que ilustra as diferenças entre o html4 e o html 5.
Com as tags mais intuitivas, também é esperado que o desenvolvimento web se torne mais simples e rápido. Ainda é cedo para vermos todo o potencial deste novo HTML, mas vamos ficar atentos, qualquer coisa nova lhe avisamos.
Até a próxima!
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Capitalizar Strings no C#
18 de maio de 2009
Hoje mostraremos uma dica útil para quem precisa ter palavras capitalizadas no C#.
Como no C# não existe uma função para fazer isto, é necessário criar um método que irá capitalizar nossas strings, ou seja, irá converter para maiúscula os primeiros caracteres de cada palavra. Pode ser usado em nome de formulários, por exemplo.
Primeiro método
private string CapitalizeWords(string value) { if (value == null) throw new ArgumentNullException("value"); if (value.Length == 0) return value; System.Text.StringBuilder result = new System.Text.StringBuilder(value); result[0] = char.ToUpper(result[0]); for (int i = 1; i < result.Length; ++i) { if (char.IsWhiteSpace(result[i - 1])) { result[i] = char.ToUpper(result[i]); } } return result.ToString(); }
Segundo método
private string CapitalizeWordsCulture(string value) { return System.Globalization.CultureInfo.CurrentCulture.TextInfo.ToTitleCase(value); }
Os dois métodos fazem exatamente a mesma coisa, sendo que o segundo método é melhor por ser menor (rimou =).
Bom proveito e até a próxima!