
Esta semana, o Google e a Verizon, apresentaram uma proposta conjunta para a política de neutralidade na internet. E de acordo com seus CEOs, as empresas tiveram longas discussões sobre como manter a internet nos EUA for e aberta, e criam alguns princípios para a FCC levar em consideração.
As sugestões foram ditas em uma coletiva e publicadas no blog Google Public Policy, com o título “A proposta de política para uma internet aberta”, que são basicamente esses:
- O Google acredita piamente que a internet como conhecemos hoje, entregue por serviços de banda larga, deve continua neutro em termos de conteúdo, e o tráfego não deve ser discriminado nem bloqueado. Resumindo: a neutralidade da web deve continuar existindo nas redes cabeadas que usamos.
- As operadoras de internet móvel não deveriam se encaixar nessas leis de neutralidade, uma vez que elas precisam ser mais flexíveis na gestão de suas redes. Mesmo assim, a Verizon diz que a transparência é fundamental e que a FCC teria autoridade para multar “péssimos atores” nesse caso.
- A Verizon concorda com esses princípios, mas avisa que defenderá seus direitos em exceções para serviços futuros que não serão transmitidos pela “internet aberta”. Por exemplo, Ivan Seidenberg, CEO da Verizon, imaginou uma situação em que a Metropolitan Opera poderia pagar para entregar seus arquivos em 3D por meio da FiOS TV, serviço da Verizon nos EUA. Acabando com o cenário criado na semana passada, Schmidt deixou claro que o Google não tem interesse em colocar o YouTube, ou qualquer outro serviço, em nenhuma rede que não seja a “internet aberta”.
Apesar de tentar esclarecer as coisas, as propostas do Google e Verizon trouxeram mais duvidas, como se um serviço, como Vimeo, pode pagar para ter prioridade? Isto saberemos com o tempo, mas ao mesmo mostra a posição do Google diante disso tudo.
Fonte: Gizmodo
Tags: Google, neutralidade, Verizon