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Como deve agir a TI para obter aprovação do CIO em projetos?
29 de março de 2012
Quando as equipes de TI de data center e instalação se reunem com o Chief Information Officer (CIO) para falar sobre a possibildiade de aquisição de equipamentos, as conversas raramente são fáceis. A tecnologia que procuram muitas vezes é cara, na faixa de seis ou sete dígitos, e justificar o investimento pode ser um desafio.
Durante um fórum realizado recentemente em Las Vegas, no Estados Unidos, alguns gestores compartilharam suas técnicas para obter a aprovação do CIO para comprar novos equipamentos. Como a discussão foi informal, estabeleceu-se que nenhum nome seria publicado.
Um ponto comum da discussão é que na maioria das grandes empresas, o CIO está cada vez mais visto pela equipe técnica como alguém de negócios e com conhecimento técnico limitado. Esse pode ser o primeiro obstáculo para viabilizar um projeto.
Torne o projeto real
“Os CIOs, hoje, não entendem os projetos do ponto de vista técnico”, disse um gerente de TI. Outro apontou que “conforme o tempo passa, os CIOs estão cada vez menos técnicos”.CIOs querem visualizar o business case e o retorno sobre o investimento (do inglês ROI) por trás do pedido do equipamento. “Você geralmente precisa falar com eles em termos de negócios”, disse uma pessoa na mesa redonda.
O processo também significa definir o pedido de forma que os benefícios do projeto, bem como as consequências de não investir nele, sejam facilmente visualizados. Um gerente aconselhou, por meio de uma abordagem simples, uma aproximação com o CIO. “Deixe-me dizer o que de ruim pode acontecer se você evitar realizar esse investimento”, apontou.
Apresentações devem ser curtas
O que os gerentes de TI observam é que quanto maior a empresa, menos tempo o CIO tem para você. Um dos executivos recomendou resumir a solicitação de equipamentos ou projeto em uma folha de papel. O gerente também sugeriu chegar à reunião com uma apresentação que pode ser entregue em um prazo de cinco minutos.Alguns na mesa redonda disseram que os CIOs podem, por vezes, fazer perguntas fora do foco do projeto. A razão, sugeriram eles, é “eles estão vendo se esse projeto é algo que você está realmente disposto a lutar.”
Seja diplomático e educado
É importante garantir que as pessoas que assinam a compra de plataformas de TI em uma empresa ou instituição entendam o que você está fazendo, alguns aconselham. Uma boa dica é conhecer as pessoas no departamento de finanças que trabalham com compra de TI.Um gerente disse que sempre que instala um novo equipamento, ele convida a equipe da área Financeira para visitar o data center para que elas vejam a tecnologia funcionando. Construir essas relações pode ajudar a vender os projetos futuros. “Isso torna mais tangível”, afirmou.
Ofereça opções
A ideia de dar alternativas aos CIOs estimulou o debate. Um gerente recomendou ir ao encontro com o chefe com três opções: uma opção high-end “tudo-o-que-precisamos”, outra “essa-vai-nos-ajudar-a-realizar-o-trabalho” e, por fim, uma opção de esqueleto. “Uma delas vai funcionar”, apontou um dos profissionais de TI. Apareceu também uma sugestão para oferecer abordagens de curto prazo.Ao sugerir alternativas ao CIO, assinalou um defensor dessa abordagem, “é possível oferecer algum controle sobre a solução”. Mas há ceticismo sobre essa prática. “Se você dá a opção superbarata, ele pode ficar com ela e então você está preso a essa sugestão”, observou um participante.
Fonte: Computer World
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E quando a adoção de ERP fracassa?
28 de março de 2012
Não é raro ouvir empresas que passaram por casos de falhas em suas implementações de ERP. Enquanto projetos de adoção de sistemas de gestão empresarial apresentam problemas por motivos diversos, cada incidente desencadeia um conjunto de repercussões problemáticas, financeiras entre outras. TI, é claro, é a primeira a receber chamados para realizar os reparos. Mas o CFO raramente sabe o que está acontecendo.
“Todos os caminhos levam para o lado financeiro”, afirma Mark Gandy, sócio da b2bcfo.com, empresa que oferece serviços financeiros para as empresas. “O CIO geralmente fica envolvido com as questões tecnológicas… mas CFOs têm ampla compreensão de todo o negócio”, pontua o executivo.
China Martens, analista da Forrester Research, diz que os clientes estão insatisfeitos por promessas não cumpridas de uma série de fornecedores de ERP.
“É como se a empresa e o fornecedor falassem línguas diferentes”, observa a analista. “Por vezes, os fornecedores de ERP supervalorizam a venda e acabam prometendo atividades que não podem cumprir. Outras, a empresa não é clara sobre o objetivo que quer atingir.”
Nesse ponto, os diretores financeiros que estão envolvidos na seleção da tecnologia e no processo de implementação ajudam a atenuar os problemas que podem comprometer as operações e a geração de renda. Além disso, os CFOs trazem uma perspectiva global da companhia para o processo, uma vez que eles entendem como cada departamento opera e contribui para os negócios.
Três exemplos, entre os muitos que falharam, mostram parte do desenho do ERP hoje. Um deles é a Montclair State University, localizada em Nova Jersey, nos Estados Unidos. A instituição processou o fornecedor após o vendedor supostamente ter atrapalhado a instalação do software para substituir os sistemas legados. Agora, a Montclair State precisar investir cerca de 20 milhões de dólares para finalizar o trabalho, de acordo com a ação judicial.
O CareSource Management Group, administrador de planos de saúde, está pedindo 1,5 milhão de dólares em danos ao fornecedor, de acordo com um processo judicial, em caso semelhante. A CareSource alegou que o software adquirido não era o sistema que o fornecedor prometeu e nunca avançou além da fase de testes.
Uma distribuidora de tecnologia atribuiu consecutivas perdas de rendimentos trimestrais a problemas de configuração de um sistema de ERP na Austrália. Os lucros da empresa no primeiro trimestre de 2011 caíram de 70,3 milhões de dólares para 56,3 milhões dólares em comparação com igual período de 2010. Os rendimentos do segundo trimestre de 2011 foram de 59,7 milhões dólares, em comparação com os 67,7 milhões dólares registrados no segundo trimestre de 2010.
Gandy se junta à lista de executivos que recentemente enfrentaram desafios na adoção de ERP. Um de seus clientes comprou o software e, em seguida, descobriu que precisaria de um ERP específico alinhado à indústria de atuação. A empresa contratou um segundo integrador de sistemas para a implementação e depois de ter tido uma experiência ruim com o parceiro, o cliente voltou à Gandy para concluir o trabalho.
“Normalmente, a organização migra para um sistema no qual confiou, que tem escalabilidade e feedback imediato”, assinala. “É por isso que é preciso haver metas muito claras, porque é necessário pensar na tecnologia como vital para a estratégia corporativa”, avalia.
Observar essa perspectiva de negócios no longo prazo é especialmente importante para os CFOs, já que o ERP deve crescer para atender a futuras metas da companhia, aponta China. Uma abordagem míope pode forçar uma organização a aposentar prematuramente um sistema de ERP, o que, segundo a analista, poderia levar ao questionamento do CFO por outro investimento de milhões de dólares. Gandy concorda dizendo que as empresas não deveriam ter de substituir um ERP com menos de cinco anos de idade.
O software de uma companhia deve manter-se produtivo e ser a força motriz por trás de todas as suítes de ERP que estão ligadas a ele, avalia Gandy. Considerar um fornecedor da tecnologia porque os executivos de negócios ouviram conversas sobre suas ofertas, ou supor que a tecnologia é boa “são razões erradas”, completa. Conhecer detalhes de como funciona o negócio é vital quando cada tecnologia em torno do ERP precisa ser adaptada.
“A companhia usuária não quer uma lacuna entre o ERP e o que os negócios precisam”, afirma China. Organizações precisam “minimizar esse gap, mas também devem ser realistas sobre o que é necessário ser feito para mudar esse quadro”. De acordo com a analista, essa movimentação pode exigir investimento adicional para personalizar o produto. Por outro lado, as empresas também querem evitar a customização excessiva da solução. Isso leva à compra de um software que vai deixar os CFOs insatisfeitos e fazer com que eles não o utilizem e não apostem na ferramenta, acredita China.
Além de examinar os processos internos, as empresas que estão em busca do produto devem rever alguns dos projetos concluídos de um fornecedor para verificar histórias de sucesso. Gandy aconselha que o futuro cliente visite algumas organizações e identifique se existem problemas.
“Isso vai garantir que um problema não aconteça? Não”, afirma Gandy. Mas ao fazer a escolha baseada nessa premissa, “certamente pode minimizar os desafios e até impedir determinada escolha de ERP.”
“Os fornecedores prometem tudo, mas se você conversar com outros clientes, buscando comentários imparciais, poderá ter uma noção do produto porque eles irão te dizer exatamente o que ele faz para os negócios”, assinala China.
Depois de selecionar um fornecedor e avançar para as negociações do contrato, evite cobranças de hora em hora, acrescenta Gandy. “Eu odeio a cobrança”, esbraveja. “Você não está pagando por assentos. Está pagando por resultados.” Em vez disso, estabeleça um plano de pagamento para alcançar os objetivos do projeto determinado pelo vendedor e pela empresa.
Isso oferece uma “linha do tempo muito sólida do trabalho que deve ser realizado, ajudando na identificação de prazos quando não forem cumpridos”, aponta o executivo. O pagamento por resultados, prossegue, permite que a empresa conclua projetos antes de cortar um fornecedor.
A corrida para a nuvem, porém, obrigou os vendedores tradicionais de ERP a desenvolver estratégias inovadoras de implementação. E executivos de finanças podem gostar dessa oferta, projeta China. Fornecedores de ERP inseriram em suas ofertas pacotes que cobrem todos os componentes de uma implementação por um preço fixo, apontando os benefícios de uma adoção mais rápida e barata.
“Eles tentam empacotar software, serviços, capacitação e compromisso com a implementação para tentar atingir as diferentes pontas das organizações”, diz ela.
Na visão de Gandy, quando levadas em consideração as vantagens e desvantagens de várias opções de ERP, funcionalidade global é fator decisivo. Essa característica vai aumentar o custo, mas o investimento extra significa retorno que pode ser observado no longo prazo. “É um valor que vale a pena, pois a solução fará parte das operações das empresas de dez a vinte anos.”
Dicas para uma boa implementação
Algumas perguntas vitais que devem ser feitas antes de projetos de ERP.1) O aplicativo que você está revendo já tem funcionalidades específicas da vertical de atuação e é configurável da forma que você precisa para estar em linha com os objetivos de negócios? Será que a tecnologia vai ser capaz de fazer o que você solicitará? Vai atender às necessidades dos usuários?
2) O fornecedor e seus parceiros possuem referências de empresas e indústrias como a sua? Eles terão de fazer qualquer customização? Qual é o nível de personalização que isso implicará? O que eles tem que fazer?
3) A mudança de sistema ou implementação de uma nova tecnologia será uma iniciativa liderada pelo CIO ou uma demanda de negócios levou a avaliação da ferramenta? Se você tem patrocínio forte da área de negócios, pode estabelecer uma gestão maior de mudança, o que significa menos customizações. Isso acontece porque você tem um mentor do lado dos negócios que reforça para as pessoas que esse é o caminho certo para a empresa seguir.
Três lições para transformar desafios em sucesso
1) Ter equipe esperando trabalho é melhor do que ter trabalho esperando: evitar a todo o custo que etapas do projeto sejam adiadas porque o pessoal não estará disponível para trabalhar na próxima tarefa. Sem trocadilhos, tal atraso desencadeia reação em cadeia nas tarefas seguintes. O caos se instala, e cada início tardio faz com que as linhas de tempo de toda a cadeia dependente de tarefas passe a ser imprevisível.2) Multitarefa é mais prejudicial do que imaginamos: as empresas que não compreendem a importância da lição número 1, inevitavelmente tentam maximizar o uso de pessoal. Parece fazer sentido. Afinal, qualquer hora paga a um empregado para não fazer nada soa como desperdício. O problema é que a maioria das tentativas de maximizar a utilização pessoal faz mais mal do que bem.
Apesar de as pessoas terem a sensação de que conseguem executar várias tarefas ao mesmo tempo com a mesma eficácia, na prática isso não funciona. A cada 50 profissionais, apenas um tem condições de efetivamente focar em várias atividades ao mesmo tempo. O restante altera a atenção, o que compromete eficiência e produtividade.
Manter os funcionários ocupados significa insistir na multitarefa. O que a palavra realmente significa é ter de mudar de uma tarefa para outra, muitas vezes de forma imprevisível. Pergunte a qualquer pessoa cujo trabalho requer esforço concentrado que impacto isso tem. A resposta será uma só: ruim. Cada opção significa voltar a atenção para a tarefa e tempo para se reorientar. Esse processo não é nem fácil nem instantâneo.
A lição é clara: permitir que os funcionários terminem o que começaram, mesmo que isso signifique que eles fiquem, ocasionalmente, sem nada para fazer. Eles serão muito mais eficazes e produtivos.
3) Elimine “bajulações”: é importante que todos saibam quando atingiram o status “bom o suficiente”. Antes de cada tarefa, o time da companhia fornece os critérios para avaliação do resultado. E comunica a importância de evitar “qualquer tipo de bajulação” com frequência. Ao longo da execução, compartilha com os funcionários suas impressões, constantemente, com o objetivo de levá-los a se esforçarem para encontrar maneiras de fazer o que estão fazendo de forma ainda melhor.
Fonte: IDGNow
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Cinco traços de linguagem corporal que podem condenar entrevistas de emprego
27 de março de 2012
Grande parte de nossa comunicação com outras pessoas não se restringe apenas à fala, visão ou audição, mas também à nossa postura diante do que queremos expressar. Prova disso são os gestos que fazemos com o corpo – principalmente com as mãos -, e que dizem muito a nosso respeito. O problema é quando esse tipo de comportamento se manifesta em momentos não muito indicados, como uma entrevista de emprego.
O site WiseBread detalhou cinco erros comuns que as pessoas cometem ao “falar com o corpo” durante entrevistas profissionais, e também deu dicas para evitá-los. Acompanhe abaixo e veja como melhorar o seu desempenho na hora de lutar por uma vaga.
Seu aperto de mão pode causar uma boa ou má primeira impressão
Torne seu aperto de mão firme, mas não de maneira agressiva ou frágil demais. Bem sabemos que o nervosismo pode tomar conta de muita gente ao partir para uma entrevista, mas certifique-se de que suas mãos estejam secas e não suando ao se apresentar para o recrutador.
Não toque o seu rosto
As pessoas tendem a colocar as mãos para apoiar seus rostos durante alguma entrevista. No entanto, se quiser dar uma boa impressão, precisa estar consciente de que suas mãos podem ditar o resultado final de um processo seletivo. Mantenha-as longe de seu nariz e boca, e não as coloque sobre o queixo, como quem está analisando o ambiente. Para muitos entrevistadores, tocar o rosto pode ser um sinal de desonestidade.
Não cruze os braços
Mesmo quem não tem o hábito de participar de muitas entrevistas, sabe que o simples cruzar de braços pode dizer muito sobre o que você acha a respeito de um determinado assunto. Cruzar os braços é, muita vezes, sinônimo de agressividade ou desinteresse, e esta, com certeza, não é a primeira impressão que você quer transmitir. O máximo que você pode fazer é colocar suas mãos sobre a mesa (caso haja alguma).
Não olhe tão fixamente
Contato visual sempre é uma boa saída. Mas existe uma diferença entre olhar fixamente e simplesmente prestar atenção. Por isso, essa atitude deve ser algo natural: não fixe os olhos no seu entrevistador, mas olhe-o com atenção sem deixá-lo desconfortável. Ao mesmo tempo, não percorra a sala com o seu olhar, como quem parece entediado ou pensando em outras coisas que não sejam o motivo da entrevista.
Evite balançar muito o corpo
Balançar o pé, as pernas, acenar muito com a cabeça, girar o corpo na cadeira, e tantos outros movimentos dessa natureza podem fazer com que o recrutador o interprete como uma pessoa desinteressada, ou até mesmo hipócrita ou covarde. Assim como o contato visual deve ser ponderado, concordar positiva ou negativamente com a cabeça deve também ser moderado, e apenas quando a situação for claramente apropriada.
Fonte: Olhar Digital
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Veja sete erros na busca por empregos via web
26 de março de 2012
Quando procuram emprego, muitos profissionais esquecem as regras mais básicas, cometem erros e caem nas armadilhas mais óbvias. O site JobandTalent.com elaborou uma lista dos sete erros mais importantes na busca por empregos via internet, que podem ser facilmente evitados.
1 – Perfil incompleto
Você entregaria o seu currículo em papel sem ele estar completo? Se a sua resposta for “sim”, só podemos desejar-lhe boa sorte. Se a sua resposta for “não”, então também acreditamos que não o fará quando procura emprego por meio da Iinternet. “O perfil profissional exibido nas redes sociais e sites de emprego deve estar completamente preenchido. As organizações não perdoam o não preenchimento de todos os campos do perfil ou que isso seja feito de forma telegráfica – é percebido como falta de interesse.
2 – Participar apenas por participar
Uma das grandes vantagens da procura de emprego na internet é a facilidade com que se pode encontrar propostas e responder a elas. Mas o que é uma vantagem também pode tornar-se um vício terrível, prejudicial para a carreira de um indivíduo. Convém lembrar a importância de responder às propostas que se encaixam no perfil apresentado.
Candidatar-se a empregos cujos requisitos não são preenchidos é um erro. A melhor das hipóteses é a candidatura não ser considerada. Em futuras iniciativas até pode ser ignorada, porque o candidato pode ser classificado como não habilitado permanentemente, mesmo para cargos mais interessantes.
3 – Não cuidar da imagem que se tem online
Podemos não gostar, mas tal como os indivíduos investigam um potencial empregador, as organizações também usam o Google ou o Facebook para saberem mais sobre um possível empregado. A partir dessa premissa, o JobandTalent.com recomenda cuidado especial com a reputação online e com os conteúdos compartilhados, incluindo as imagens. É importante também rever as configurações de privacidade nas contas de redes sociais. “Qualquer coisa que não acrescente à procura de emprego deve ser retirado do ar. E as fotos de um indivíduo em festa não acrescentam nada”, lembra o site.
4 – Não ser ativo
Ficando à espera, não se encontra emprego. É preciso ser ativo. Registre-se em todos os sites de emprego e redes sociais profissionais, crie um currículo objetivo, preencha o perfil por completo, e acrescente uma foto bem tirada. Mas tenha consciência de que essas ações são apenas o primeiro passo.
5 – Adicionar contatos por todo o lado
Quando se procura emprego, deve-se cultivar uma extensa rede de contatos, mas que sejam úteis ou, mais importante, reais. “É tentador adicionar muitos contatos para se estar ligado a um maior número de oportunidades de emprego, mas isso não é a realidade”, explica o JobandTalent.com.
6. Não aproveitar as oportunidades de ter o currículo online
Deve-se levar em conta que no online não existem as mesmas limitações de um currículo em papel, e aproveitar para fornecer mais detalhes. Quanto mais informações existirem no espaço do perfil, mais hipóteses haverá de ser encontrado.
7 – Descartar os métodos offline
Trata-se de um ponto importante, muitas vezes esquecido. “A probabilidade de o seu próximo emprego ser encontrado por meio da web cresce todos os dias, mas enquanto essa probabilidade não for de 100%, não se pode descartar a via offline.” Por isso, quando se pretende encontrar um novo emprego, essa intenção deve ser dada a conhecer a amigos e familiares.
Fonte: IDGNow
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Quatro dicas fáceis para tirar fotos melhores
22 de março de 2012
Deve haver cerca de um milhão de livros sobre fotografia nas prateleiras de sua livraria mais próxima. Talvez o meu seja um deles. Mas você não precisa decorar um livro inteiro para melhorar suas fotos: há um punhado de dicas fáceis que você pode seguir e que produzirão resultados dramáticos. Experimente as quatro a seguir.
1. Lembre-se da regra dos terços
Quer melhorar a composição de suas imagens? Parece de colocar o assunto no centro do quadro. A “regra dos terços” nos diz que as imagens (e vídeo, preste atenção aos filmes e séries de TV para ter a prova) parecem mais atraentes quando o assunto está fora do centro, posicionado cerca de um terço do caminho para a esquerda ou direita. Na foto abaixo você pode ver que o rosto do lobo está posicionado dois terços para a direita, e que seus olhos estão quase que exatamente a um terço do topo.
Na verdade há todo um conjunto de regras que podem lhe ajudar a compor fotos que chamem a atenção, mas esta talvez seja a mais importante de todas. Para colocá-la em prática, imagine duas linhas verticais e duas linhas horizontais cruzando a foto, divindo-a em nove partes iguais (como na foto acima). A regra diz que os pontos mais interessantes ficam ao longo de qualquer uma das linhas, ou nos pontos de intersecção. Experimente colocar o assunto em um destes locais.
2. Minimize a profundidade de campo
Esta é uma daquelas regras que pedem para ser quebradas, mas se você está començando, pode conseguir ótimos resultados se seguí-la à risca. É simples: tente fazer fotos onde o assunto está em foco, mas o fundo da imagem está desfocado. Isso cria uma separação visual que enfatiza a importância do assunto. E também fica muito legal.
Você pode controlar a profundidade de campo usando o ajuste de abertura em sua câmera (procure por “Av” no seletor de modo). Um f/number pequeno irá lhe dar uma profundidade de campo pequena. Se sua câmera não tem um modo de prioridade de abertura, experimente colocá-la no modo “retrato” ou “macro” e fotografar bem de perto para obter um resultado similar.
3. Use um obturador rápido para conseguir uma foto nítida
Uma das formas mais fáceis de arruinar uma foto é usar uma velocidade baixa no obturador, o que aumenta as chances de que a câmera se mova e produza uma imagem “tremida”. A solução é simples: use uma velocidade mais alta. Mas quanto é o suficiente? Aqui podemos aplicar uma regrinha que serve aos fotógrafos há 75 anos: a velocidade do obturador não deve ser menor do que o inverso da distância focal da lente.
Ficou confuso? Não é tão complicado quanto parece: digamos que você está fotografando com uma câmera com lente de 50 mm. Isso significa que você pode conseguir fotos nítidas com uma velocidade de obturador de 1/50 segundo ou mais rápida. Se tem uma lente de 200 mm, a velocidade deve ser de 1/200 segundo ou mais rápida. E lembre-se que, para que a conta funcione, você deve levar em conta a distância focal “equivalente em 35mm”.
4. Evite o flash para eliminar os olhos vermelhos
Olhos vermelhos acontecem quando a luz do flash reflete na retina, no fundo dos olhos da pessoa fotografada, gerando aquele brilho vermelho “demoníaco”. É mais comum em pessoas com olhos claros, mas pode acontecer com qualquer um.
Para evitar este problema você pode, claro, usar o modo de redução de olhos vermelhos integrado à sua câmera (procure o ícone do olho nos menus). Mas ele não é infalível, então vale a pena conhecer outros truques: desligue o flash e aproveite a luz ambiente, procurando um local mais iluminado para fazer a foto e aumentando o ISO da câmera (não exagere, ou sua foto terá ruído em excesso). Se você tem uma DSLR, pode montar um flash externo e colocá-lo longe da lente.
E se ainda assim os olhos insistirem em ficar vermelhos, experimente corrigir o problema usando um editor de imagens como o Paint.net, Gimp, Photoshop, ou as ferramentas de edição no Picasa ou iPhoto. Todos eles tem ferramentas para automatizar o processo.
Fonte: PC World
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Os 6 princípios-chave de cloud computing
21 de março de 2012
De acordo com a Information Systems Audit and Control Association (Isaca), entidade internacional da área de segurança, embora a computação em nuvem possibilite valor para as organizações, a maioria ignora os impactos da transferência de tomadas de decisão de gestores de TI para os executivos de negócios.
Na visão de Ramss Gallego, membro do comitê de práticas da Isaca, cloud computing representa uma oportunidade única para as empresas, particularmente para as pequenas e médias.
Por outro lado, para a associação, esquecer a fiscalização e o controle das decisões sobre cloud pode gerar “riscos significativos” para as companhias, eliminando os benefícios da mudança para a nuvem e, ao mesmo tempo, criando “graves problemas”.
“Somente por meio do controle e do gerenciamento da nuvem é possível obter todo o potencial do modelo”, analisa a Isaca. Para ajudar as empresas a gerenciar possíveis “pontos de pressão” que começam a aparecer quando as estratégias de computação em nuvem divergem dos serviços de TI prestados internamente ou do regime de outsourcing, a entidade publicou o relatório “Guiding Principles for Cloud Computing Adoption and Use”, que contém os seguintes princípios fundamentais:
1. Habilitação
É necessário planejar a computação em nuvem como uma estratégia que vai muito além de um simples acordo de terceirização ou de uma plataforma técnica.É adequado ainda considerar os negócios e as necessidades operacionais e periodicamente revisar a estratégia empresarial e a contribuição da TI para garantir que as iniciativas de cloud ampliaram a e vão cotinuar a ampliar o valor da utilização de recursos.
2. Custo/benefício
É preciso avaliar os benefícios da adoção do modelo a partir de uma compreensão total do custo em comparação com outras plataformas tecnológicas.As empresas devem, por exemplo, documentar, de forma clara, as vantagens esperadas de rápido provisionamento de recursos, escalabilidade e capacidade de continuidade e ainda o custo do ciclo de vida dos serviços de TI prestados internamente ou por meio de um provedor.
3. Risco
Convém adotar uma perspectiva de gerenciamento de risco para a empresa monitorar a adoção e o uso da computação em nuvem. Para entender esse princípio, a Isaca recomenda que as organizações considerem as implicações de privacidade no ambiente virtualizado e avaliem ainda as exigências e restrições legais de privacidade, considerando as necessidades do cliente.
4. Capacidade
É necessário integrar todas as capacidades que os prestadores de serviços oferecem aos recursos internos para fornecer uma solução de entrega e suporte técnico abrangente. Para isso, a Isaca aponta que é adequado, por exemplo, determinar como as políticas, práticas e processos atualmente suportam o uso de tecnologia.Além disso, como a transição para uma nuvem exigirá políticas, práticas e mudanças de processos, e o impacto que elas terão sobre as capacidades.
5. Responsabilidade
Definir claramente as responsabilidades internas e dos provedores do serviço. Para isso, entenda como são atribuídas as responsabilidades e executadas na estrutura organizacional e de que forma políticas e práticas são tratadas no âmbito soluções de cloud computing.
6. Confiança
Segundo a Isaca, é vital fazer da confiança parte essencial das soluções em nuvem, gerando segurança em todos os processos de negócios que dependem de cloud. Assegure que os prestadores de serviços de software compreendam a importância da confiança.Fonte: Computer World
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Cinco comportamentos que você deve evitar na empresa
20 de março de 2012
Você quer visibilidade em sua carreira. Positiva, certo? A última coisa que a sua carreira precisa é de uma gafe – ou seja, um erro que o coloca no centro das atenções negativas. Um erro estúpido pode ser capaz de acabar com a sua carreira.
Há situações sutis e cotidianas que podem significar suicídio profissional. Veja cinco comportamentos que você deve evitar.
1. Enviar e-mail impróprio
A maioria é lúcida o suficiente para saber que piadas de mau gosto ou correntes não têm vez na comunicação corporativa. A maior parte dos funcionários de escritório se complica mesmo é com respostas impulsivas a e-mails recebidos.
Algum dia você já leu um e-mail rápido demais, disparou uma resposta colérica para todos os lados e depois descobriu que tinha interpretado mal a mensagem recebida? Além de desperdiçar o tempo das pessoas, você acaba envenenando suas relações de trabalho, talvez para sempre.
Antes de responder a um e-mail que elevou sua pressão sanguínea, aplique o teste útil de perguntar a si mesmo: “Eu ia querer que minha resposta fosse publicada na primeira página do The New York Times?”.
Se a resposta for não, esfrie a cabeça. Salve a mensagem em uma pasta de rascunhos e examine-a depois. Você tem certeza de que é isso que deseja escrever, sobretudo se estiver insultando diretamente o destinatário? Será que suas palavras poderão ser interpretadas mais negativamente do que você pretende?
Por fim, você quer que esta mensagem chegue ao seu chefe – ou ao diretor de RH? A propósito, não se apóie em nenhum recurso “unsend”. Ele vai falhar quando você mais precisar. E tome muito cuidado para não apertar o botão “Responder a todos”, ou sua conversa supostamente pessoal será a mais nova fofoca do escritório.
2. Humilhar colaboradores
Depois de executar um volume de trabalho significativo para um determinado cliente, decidi, um dia, tentar ter mais presença junto a este cliente. Telefonei para um executivo de outra área desta organização, apresentei-me e disse que “Carl” (nome fictício do executivo de TI com quem eu costumava trabalhar) estava satisfeito com meu trabalho.
Este executivo replicou: “E por que eu deveria ligar para o que Carl pensa?”.
Não foi inteligente da parte dele dizer isso, em especial para alguém que é de fora da organização. Se Carl tivesse ouvido essa observação – esse tipo de coisa se espalha – um gigantesco abismo seria criado entre ele e seu indiscreto colega. Mais importante, observações como essa afetam a credibilidade da organização.
Veja outro exemplo: digamos que você seja a pessoa a quem o help desk leva os problemas que não consegue resolver. Você descobre, ao conversar com um cliente, que o membro da equipe com quem ele falou deu-lhe informações escassas. Talvez você ache esse membro da equipe um idiota, mas não é uma boa idéia dizer isso ao cliente.
Antes de tudo, se seu chefe ficar sabendo que você fala mal dos seus colegas para os clientes, você poderá ter sérios problemas. Denny Brown, CIO da concessionária de energia elétrica Arizona Public Service, é categórico: esse tipo de comportamento constitui insubordinação e, portanto, é “motivo de demissão”.
O ideal é manter uma frente unida ao lidar com o cliente. Resolva o problema com seu colega nos bastidores.
3. Contradizer o chefe em público
Suponha que seu chefe cometa um erro factual ao fazer uma apresentação. Será que você deve corrigi-lo no ato, achando que ele vai agradecê-lo por chamar atenção para o erro na frente de todos?
Hum… não.
Em que circunstâncias você pode contradizer o chefe em público com segurança? Vislumbro apenas duas.
Se o prédio estiver em chamas e o chefe apontar a saída errada para as pessoas, provavelmente você poderá corrigi-lo com poucas consequências.
Se o chefe achar que cometeu um erro, mas não cometeu, você pode falar – quanto mais alto, melhor. Por exemplo, o chefe menciona o fornecedor correto de backup off-site, mas em seguida diz: “Desculpem, me enganei”, você pode dizer: “Não, chefe, você estava certo”. Não é sempre que você tem uma oportunidade dessas, portanto, aproveite.
Do contrário, exercite extrema discrição quando seu chefe errar em público. Se o assunto for realmente importante (o CIO informa a data errada em que a implementação entrará em operação), aborde-o durante o intervalo e mencione o erro discretamente. No reinício da sessão, um CIO inteligente e generoso aponta o erro, desculpa-se e lhe dá o crédito da correção.
Você dificilmente será benquisto se corrigir o chefe em público. O mais provável é que ele fique aborrecido por fazer papel de bobo e talvez até queira saber por que você não detectou o erro antes da apresentação.
Se faltar muito tempo para o intervalo, tente atrair a atenção do chefe com o olhar e falar-lhe em particular. Mas nunca o corrija em voz alta na frente do grupo.
4. Cometer erros sociais grosseiros em um evento da companhia
Comportamento inadequado de funcionários em festas do trabalho é clichê desde os anos 50, mas isso não significa que as pessoas não façam um papelão. Don Michalak, coautor do livro Making the Training Process Work e consultor de empresas como Ford, KPMG e Marsh & McLennan Co., enfatiza que esses encontros não são eventos puramente sociais. “Não faça nada que não faria no escritório da sua empresa ou de um cliente.”
Sim, haverá comida na festa. Vá em frente e coma, mas não chame atenção estacionando na mesa do coquetel de camarão. (Certo ou errado, as pessoas vão reparar se você exagerar). Uma boa ideia é comer alguma coisa antes da festa para não parecer esfomeado ao chegar. Tome cuidado se houver bebidas alcoólicas, você sabe o que pode acontecer se beber demais.
Se levar um convidado, peça-lhe que tome cuidado com as palavras. Você não vai quer que ele diga ao seu chefe: “Você não é tão careca quando falaram”.
A propósito, por mais que você se dê bem com seus colegas, uma festa não é o momento certo para reclamar das horas extras que precisou trabalhar para implementar uma solução. Se você chegar a conversar sobre as horas ou o projeto, procure ser positivo: “Foi difícil, mas consegui”.
5. Eliminar possibilidades de retorno ao sair
Muita gente tem a fantasia de criticar o chefe ao deixar a empresa. Pense duas vezes antes de soltar o verbo. Você se lembra da bolha da internet dos anos 90? Muitos profissionais de TI saíram de empresas tradicionais com a ideia de faturar milhões em startups de internet, que acabaram fracassando. Quem saiu em bons termos com seu antigo empregador teve mais chance de ser recontratado.
Quando se desligar de uma empresa, que seja da maneira mais amistosa possível. Ao fazer o anúncio da saída, enfatize as vantagens do futuro emprego, nunca as desvantagens do atual. Aponte razões para ser grato por ter trabalhado ali, mas seja sincero, não invente coisas.
Se você aprendeu alguma coisa com seu chefe e seus colegas de trabalho, diga-lhes. Mesmo que você tenha enfrentado dificuldade com alguém, pode dizer, por exemplo: “Obrigado por me ensinar a fazer um benchmark de um ambiente Active Directory”. Sair em bons termos só poderá ajudá-lo se você reencontrar estas pessoas posteriormente.
Mesmo os líderes com um histórico de sucesso podem falhar. Normalmente isso é porque eles têm maus hábitos que podem transparecer.
Aprender com o passado pode ajudar a evitar erros reincidentes. No entanto, não confunda aprender com o passado com reviver o passado. Esse último envolve interminável autorecriminação e, muitas vezes autopiedade, que nem sempre ajudam a resolver a situação.
Fonte: Computer World
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Conheça 5 passos para a empresa se preparar para Big Data
16 de março de 2012
Big Data está sendo visto pelos analistas do mercado como uma vantagem estratégica para os negócios no futuro. Agora, é apenas uma questão de tempo para as companhias começarem a pensar em iniciativas para lidar com a grande quantidade de dados.
O fenômeno, apontam os consultores, é diferente de data warehousing. Isso porque, hoje, os dados são gerados com mais velocidade e de diferentes fontes, ao contrário daqueles do passado, a maior é de natureza não estruturada.
Blogs, redes sociais, sensores, máquinas e ferramentas estão gerando localização com base em um universo de dados não estruturados, que quando capturados, gerenciados e analisados rapidamente, podem ajudar as companhias a descobrir eventos e padrões que não seriam capaz de reconhecer antes.
“Coletamos dados há muito tempo, mas eles eram muito limitados e as organizações não sabiam como lidar com eles”, afirma Paul Gustafson, diretor de programas de tecnologia de vanguarda da Computer Sciences Corp. Segundo ele, os dados eram coletados e modelados de acordo com a estratégia da empresa. Agora, o mantra é coletá-los e conectá-los.
Veja a seguir cinco importantes ações para que os gerentes de tecnologia da informação construam a base para o Big Data.
1. Faça um balanço dos dados
Quase todas as organizações têm a possibilidade de acesso a um fluxo equilibrado de dados não estruturados, sejam eles dirigidos às redes sociais ou gerados a partir de sensores que monitoram os andares de uma fábrica, por exemplo. Mas produzir uma enxurrada de informação não significa que é imperativo salvar e manusear cada byte gerado.“Com a corrida inicial em torno de Big Data, as pessoas estão sentindo uma necessidade artificial de compreender todos os dados fora de blogs ou sensores”, observa Neil Raden, analista do instituto de pesquisas Constallation Research. Parte dessa ansiedade vem de fabricantes e consultores que buscam promover a próxima onda da computação empresarial. “Existe essa tendência que vem de pessoas que estão comercializando a tecnologia”, afirma Raden.
Os gerentes de TI mais antenados vão resistir a essa vontade e observar de que forma os dados podem ser úteis para a organização e ainda mapear quais não são. Um primeiro passo é fazer um inventário do dados criados internamente e determinar quais as fontes externas. Dessa forma, é possível preencher lacunas no conhecimento para adicionar valor aos negócios, afirma Raden.
Depois disso, o departamento de TI deve continuar com projetos focados, em vez de optar por aqueles que são muito ambiciosos. “Você tem de gastar alguns milhões de dólares para iniciar um projeto para ver se vale a pena”, aconselha Raden.
2. Deixe que prevaleçam as necessidades dos negócios
Você já deve ter lido ou ouvido antes, mas o alinhamento da TI com os negócios é fundamental para uma iniciativa tão ampla e variada como Big Data, dizem os analistas. Muitas das oportunidades de Big Data começaram em áreas fora da TI: os departamentos de marketing são exemplo. Eles têm buscado no fenômeno uma forma de obter mais conhecimento sobre as necessidades dos clientes e identificar tendências de compras por meio das redes sociais.Se por um lado os especialistas em disciplinas específicas dos negócios reconhecem as oportunidades para fazer dinheiro, é de responsabilidade da TI assumir o controle dos conceitos de “partilha de dados” e “data federation” que fazem parte da estratégia de Big Data.
“Isso não é algo que o departamento de TI pode fazer sozinho”, comenta Dave Patton, principal analista da Indústria de Gestão da Informação da PricewaterhouseCoopers. “Caso contrário, será difícil obter o sucesso da iniciativa se ela não estiver alinhada aos objetivos de negócios”, completa.
3. Reavalie a infraestrutura
De acordo com Beyer e outros especialistas, Big Data exige grandes mudanças na infraestrutura de servidores e armazenamento na maioria das empresas. Para os analistas do mercado, os gestores de TI precisam estar preparados para expandir seus sistemas para lidar com informações em expansão, sejam elas estruturadas ou não estruturadas.Essa visão requer considerar a melhor abordagem para os sistemas, tornando-os extensíveis e escaláveis. É necessário desenvolver um plano para integrar todos os sistemas que alimentam a análise de Big Data.
“Hoje, a maioria das empresas tem sistemas distintos e opera em silos”, diz Anjul Bharmbhri, vice-presidente para produtos Big Data da IBM. Ele acrescenta ainda que os CIOs realmente precisam ter uma estratégia para atender a diferentes sistemas e departamentos, pois é vital para obter as respostas corretas.
4. Estruture os dados
O mundo do Big Data vem com uma longa lista de novas siglas e tecnologias que provavelmente nunca estiveram antes na mira dos CIOs.Ferramentas de código aberto para lidar com Big Data estão recebendo mais atenção, como Hadoop, MapReduce e NoSQL e já começam a ser usadas por grandes companhias como Google e Facebook. Muitas dessas tecnologias ainda são imaturas e exigem habilidades específicas do pessoal de TI.
Outras plataformas importantes para o mundo do Big Data incluem analytics, analytics in memory e data warehouse. Os gerentes de TI e as equipes precisam entender a essas novas ferramentas para garantir que estarão aptos para tomar as melhores decisões sobre Big Data.
5. Prepare sua equipe
A maioria das empresas de TI conta com apenas o talento necessário para dar os passos seguinte com Big Data. Por isso, as capacidades analíticas são as mais cruciais e as que mais faltam às equipes de TI.A consultoria McKinsey projeta que em 2018, somente nos Estados Unidos, o mercado vai demandar de 140 mil a 190 mil especialistas em métodos estatísticos e análise de dados. A busca por cientistas de dados estará em alta.
Os números da consultoria mostram a necessidade por gerentes que conhecem e têm formação em análise preditiva e estatística. Os líderes de TI têm de estabelecer algumas mudanças para vencer esse novo mundo.
Enquanto os melhores líderes de TI do passado foram, em parte e parcialmente, engenheiros de infraestrutura, os gerentes de TI do futuro serão uma combinação de cientistas de dados e engenheiros de processos de negócios, aponta o instituto de pesquisas Gartner.
Fonte: Computer World
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Quatro dicas para empresas garantirem a segurança de smartphones
15 de março de 2012
Muitos CIOs e CSOs já pararam de resistir ao uso dos dispositivos móveis nas organizações que gerenciam. Em vez disso estão empregando suas energias de outra forma: descobrir como aceitar que smartphones e tablets, iOS e Android, estão tornando-se rapidamente dispositivos de negócios.
Além de muito apelativos, aparelhos como o iPhone também são capazes cada vez mais de responder às necessidades de segurança e gestão nas empresas. A revolução dos PC, há 25 anos, obscureceu a distinção entre “trabalho” e “ambiente pessoal”. Hoje, os dispositivos móveis estão em linha com a TI empresarial, diluindo ainda mais essas fronteiras.
Mas questões de segurança são ainda uma preocupação central na maioria das organizações. A gestão de dispositivos móveis pode ser feita a partir de uma matriz de quatro classes em que são consideradas a maioria das necessidades de segurança empresariais.
É preciso ter em mente que a mobilidade está em mutação. As obrigações de segurança podem variar, mas é possível ajustar a estratégia para smartphones conforme essas categorias. As recomendações são baseadas apenas no que já está disponível hoje. Espera-se, entretanto, que os fabricantes continuem a melhorar os seus produtos.
Que categoria de segurança será mais adequada?
Muitas histórias assustadoras sobre a segurança dos smartphones assumem a necessidade de manter estes dispositivos sob normas quase militares. A maioria das empresas não exige níveis de segurança muito elevados para todos os usuários. Afinal, as empresas tanto podem suportar funcionários envolvidos em negociações sensíveis, como aqueles para os quais não há nenhuma necessidade de acesso a dados empresariais vitais.Na prática, a estratégia de segurança dos dispositivos móveis deve refletir essa diversidade interna. A verdade universal sobre a mobilidade é que uma solução única não satisfaz todos os conjuntos de necessidades.
Empresas dos setores da defesa e da área financeira já descobriram como dar suporte a iPhones e a iPads, apesar das suas maiores necessidades de segurança. O Bank of America e o Citigroup são exemplos disso. Normalmente, exigem uma mistura das quatro categorias descritas abaixo.
Categoria 1: engloba informações comerciais de rotina
Motoristas de caminhões, representantes de vendas, funcionários de vendas, designers gráficos, programadores, pessoal de manutenção etc, raramente lidam com informação muito sensível do ponto de vista pessoal ou legal.Se um smartphone usado por um desses profissionais for perdido ou roubado, o impacto passa apenas pela necessidade de reconstrução de alguns dados, e garantia de que os serviços de comunicação serão suspensos. Há também o risco do ladrão ter acesso à conta de e-mail do funcionário, razão pela qual é necessário mudar imediatamente os dados de autenticação no servidor. Os mecanismos de segurança recomendáveis incluem o uso de um PIN autorizar a utilização do dispositivo.
Boas, mas não essenciais, as práticas de segurança e de gestão de capacidades englobam a utilização de processos de expiração de passwords e requisitos complexos para obtenção das mesmas.
É importante garantir também a possibilidade de apagar os dados do dispositivo, remotamente, associada a uma política de eliminação de dados após certo número de tentativas.
Categoria 2: informações importantes ao negócio
Gestores de vendas, veterinários, assistentes pessoais, consultores de gestão, professores, editores, operadores de vídeo, programadores, gestores de nível médio – as pessoas com estas funções ou profissões têm acesso a alguma informação pessoal e financeira que não chega a destruir uma empresa se for roubada, mas pode causar danos financeiros e de imagem. Têm acesso também a alguns sistemas internos através de passwords que poderão ser usadas por pessoas mal intencionadas. Portanto, melhor prevenir que remediar.Se o smartphone for perdido ou roubado, o esforço para minimizar as falhas de segurança vai além da eliminação de informação e exigem alteração das senhas usadas. Pode exigir também informar aos parceiros de negócios sobre o ocorrido, e perder vantagens competitivas no curto prazo.
As capacidades necessárias de segurança e gestão incluem o uso de uma senha forte para o dispositivo, processos de expiração dessas senhas, a possibilidade de eliminação de dados remotamente, e encriptação SSL de e-mail e outros dados. A eliminação de dados após certo número de tentativas de autenticação erradas também é uma política importante.
Não é essencial que sejam usadas redes VPN, e/ou a autenticação por dois fatores para acesso a dados e sistemas de armazenamento. Mas a criptografia no próprio dispositivo pode ser muito útil se disponível.
Categoria 3: informações comerciais confidenciais
Funcionários financeiros, auditores, banqueiros, médicos, pessoal de RH, advogados, agentes reguladores, gestores de produto, investigadores, gestores de divisões, altos gestores de TI, gestores de marketing e chefes de vendas, executivos na maioria das empresas, e todos os seus assistentes – estes profissionais trabalham com informações muito sigilosas (legais, financeiras, de produtos e de RH).E geralmente têm acesso aos principais sistemas internos de armazenamento de dados. Se os seus dispositivos forem perdidos ou roubados, pode haver sérias consequências financeiras: devido a custos de notificação dos visados pela fuga de informação de identificação pessoal; e perdas competitivas se detalhes sobre as negociações comerciais, de salários dos RH, ou dados semelhantes forem revelados.
As capacidades necessárias de segurança e gestão incluem a exigência de senhas complexas para usar o dispositivo, um sistema de expiração de passwords, a capacidade de eliminar dados por via remota, conjugada com limites de tentativas de autenticação. Envolve também a utilização de encriptação SSL de e-mail e de outros, além do uso de redes VPN e, ou, sistemas de autenticação de dois factores para acesso aos sistemas e dados sensíveis.
A utilização da encriptação no dispositivo de criptografia, também é essencial. Menos importante, será o controlo de acesso a redes específicas, ou a capacidade de desligar a câmara, e o controlo sobre a instalação de aplicações.
Categoria 4: fornecer informações altamente sigilosas
Fornecedores da defesa, espiões, polícias, diplomatas, militares, responsáveis políticos e assistentes – as pessoas com essas profissões e funções trabalham com informações confidenciais, cuja exposição pode colocar vidas em risco.Os seus dispositivos devem suportar a utilização de passwords complexas, sistemas de passwords expiráveis, a eliminação remota de informação, a encriptação com nível militar, de dados de email e outros. Os processos de eliminação de informação depois de falhadas as tentativas de autenticação devem ser de nível militar.
E os dispositivos devem usar redes de acesso por VPN a sistemas internos, além de suportarem autenticação de dois fatores físicos. O dispositivo também deve suportar encriptação de grau militar no próprio equipamento e as normas MIME e FIPS 140. Deve possibilitar também o controle e o bloqueio discreto sobre o acesso à redes e a instalação de aplicações.
Fonte: IDGNow
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Quatro dicas para reforçar a segurança da rede corporativa
14 de março de 2012
Cresce o número de ataques distribuídos por negação de serviços (DDoS – Distributed Denial-of-Service) e as empresas devem ficar atentas para evitar que seus serviços fiquem fora do ar. Segundo os especialistas em segurança da informação, medidas básicas ajudam a manter a rede corporativa protegida.
A McAfee lista passos simples que auxiliam clientes corporativos a serem mais proativos na prevenção contra ataques DDoS em suas redes.
Esses ataques costumam adotar uma combinação de técnicas bem conhecidas, tais como SYN e ICMP flooding, ao uso de ferramentas como LOIC e SlowLoris e algumas variantes de ponta.
A solução adequada para agir contra esses ataques, segundo recomendação da McAfee, é o sistema de prevenção de intrusão (IPS – Intrusion Prevention Systems).
Veja a seguir quatro dicas para manter um bom ambiente de IPS:1- Preocupar-se com o tuning (otimização para aprimorar desempenho) e a configuração. Uma solução IPS mal configurada poderá gerar a falsa sensação de segurança, que muitas vezes é pior que a ausência da solução.
2- Conhecer a rede. Criar perfis de comportamento em que será fácil identificar qualquer anomalia, assim um possível ataque será facilmente detectado.
3- Manter a solução IPS atualizada, pois o mercado de segurança está em constante evolução e perder as atualizações do fabricante de IPS pode trazer resultados catastróficos.
4- Monitorar os eventos de ameaças e ataques regularmente.
“Estas ações são importantes para impedir tais ataques, permitindo manter uma segurança excelente ao ter à disposição o processo correto, as pessoas e as tecnologias certas”, informa a empresa.
Fonte: Computer World